Em Blog Biquini cavadão fala sobre a impressão do público e sobre o show no Motoclube RR.

Roraima e Amapá: e o rock rolou solto! Dezoito anos sem tocar em Roraima e nossa terceira vez no Amapá: É muito pouco, reconhecemos, mas isto não tira nosso entusiasmo. Nem o do público, que nos recebeu com enorme carinho nos dois shows que fizemos neste fim de semana. Ainda no aeroporto, um problema. Nosso iluminador, acostumado com os shows na sexta e sábado, não se tocou que nesta semana, os shows seriam na quinta e sexta. Não deu outra: perdeu o vôo! Viajamos sem ele e o distraído teve que se virar para chegar! Enquanto isso, viajamos para Belém e depois seguimos para Macapá. Sobrevoar a ilha de Marajó é muito legal e a vista é sensacional. Chegamos no começo da tarde e tratei de almoçar e descansar. Ficamos num bom hotel e dormi o quanto pude: o show seria cedo e logo depois faríamos uma longa viagem madrugada adentro. Por conta do vôo que teríamos que pegar, antecipamos o show para o mais cedo possível, tudo acertado com a produção local. A arena gigante que nos recebeu tinha um palco altíssimo com mais de seis metros, uma boa estrutura, telão digital e, acima de tudo, um público ansioso que nos recebeu com um carinho enorme. Macapá e Santana em peso, além de muitos que moravam e outros estados e se mudaram para o Amapá recentemente, cantaram todas as músicas! Tive ainda o prazer de ouvir uma bela canção nos camarins. A produção musical do norte se fez presente e é bom ouvir boa música em qualquer lugar. Correria louca até o aeroporto e uma viagem um tanto esquisita: para chegarmos o mais cedo possível em Boa Vista, Roraima, tivemos que voar até Brasília! É como se, de Brasilia para o Rio, eu tivesse que ir para Porto Alegre primeiro! Ok, pare de reclamar, Bruno, e durma! Foi o que eu fiz o tempo todo. Ou tentei. Mas ao chegar em Boa Vista, depois de 12 horas voando, fomos recepcionados por uma galera super carinhosa. Todos motorciclistas em suas jaquetas de couro. Eu brinquei: parece aquele comercial da Carlsberg. Não conhece? Olha ele aqui😉

 

E assim como no comercial, a galera do Moto Clube era simpaticíssima, um barato. Nossa van saiu com destino ao hotel mas não andou nem dois metros! Caiu num bueiro e lá ficou! Mas isto não é problema quando temos amigos tão fortes. E um, dois, trêeees! A van saiu do buraco e, agora sim, seguimos em frente com um grupo de batedores pela cidade! Teve gente falando que tava ficando nervoso em ver de casaco o tempo todo ainda mais com o calor que fazia na cidade. Mas como não usar casaco se a gente fica o tempo todo em lugares com ar condicionados gélidos ? ;-)
Passei a tarde visitando o local do show e dei uma passada numa exposição que meu irmão, que trabalha na Fiocruz, fez para a Universidade: Elementar. Muito lega para se entender a importância da química na nossa vida.
Quando a noite chegou, o estacionamento em frente ao estádio Canarinho estava tomado, motos roncando a todo lado, muitos venezuelanos que cruzaram a fronteira a 200 km para participar da festa, a ponto de fazermos um show bilíngüe. Com uma rampa em frente ao palco, cantamos com a galera pertinho e todo mundo colado no som, no show, na energia e na felicidade desse reencontro dezoito anos depois. Metade da galera tinha menos de dezoito! Caramba!
Pausa para lembrar: nosso primeiro show na cidade foi em 1993 no ginásio Hélio Campos. No meio do show, desabou um temporal, daqueles de lavar o chão. Acontece que o teto era de zinco e o barulho foi ensurdecedor! Mal nos ouvíamos! Graças a Deus, como todo bom temporal amazônico, foi rápido!
De volta ao show hoje, foi daqueles com surpresas até o final. Durante o “guitar hero” em que Coelho toca diversos riffs clássicos, eu vesti um colete, capacete e subi a rampa na garupa de uma moto, para surpresa do público e da própria banda! Divertido demais! Roráima (e não Rorâima) foi pura festa. E agora, enquanto ainda estou na cidade, escrevo estas linhas com saudades destes dois shows! Obrigado, galera! Que tal sermos mais freqüentes agora e voltarmos mais vezes! Adoramos! Valeu, Roraima, valeu Amapá! Valeu Expofeira, valeu Motoclube Roraima!

ps: conversa com o garçon no café da manhã

– Por favor, o que é aquilo ali do lado da aveia?
– éee éee…
– é alpiste?
– Isso mesmo: alpiste!
– Alpiste é pra PASSARINHO! Acho que você está enganado ;-)
– ah, não , é verdade. Ô, fulano, o que é aquilo ali do lado da aveia?
e o outro completa:
– É um cereal…lentilha….
e eu respondia
– Cara, lentilha não é, por favor! Pra comer com banana e mamão?
Finalmente um deles me respondeu. Era o que eu suspeitava.
– LINHAÇA!!!

Rio disso tudo. Faz as histórias na estrada ficarem mais divertidas!

 

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Achei muito legal a atençã oque a rapaziada do Biquini cvadão deu aos seus fãs, todos muito simpáticos. deixarei o link do blod da galera para vc deixar seu recado.

http://biquinicavadao.uol.com.br

Valeu!

Um comentário em “Em Blog Biquini cavadão fala sobre a impressão do público e sobre o show no Motoclube RR.

  1. eu assisti o showw..a muitos anos eu curto a banda…foi tudo fantastico …essa foi a segunda vez que fui ao showw a primeira vez em rondonia a 5 anos atraz…foi muito vibrar com vcs estava bem na frente …. queria tanto a toalha que estava com o Bruno!!! 😦 uahsuah uma lembraçinháa p mim… amo a banda espero que vcs continuem com todo prestigio e que Deus possa ser sempre o centro!!

    forte abraçoo ….. a todos…

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